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sábado, 12 de setembro de 2009

Transformer

MacBook????








Via LifeLeak

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Veredictum: o delicioso cafezinho não é vilão!


"Amantes do café podem curtir seu prazer sem peso na consciência. Assim como aconteceu com o ovo, o café foi absolvido no tribunal nutricional. Antes considerado um vilão por irritar o estômago e provocar taquicardia, hoje sabe-se que o café tem funções estimulantes. Ele melhora a memória, a capacidade de atenção e capacidade de aprendizado. Ou seja, melhora a capacidade de estudo e de trabalho, sendo indicado inclusive para crianças! O café também ajuda na prevenção do diabetes tipo 2, devido a presença de ácidos clorogênicos. Os polifenóis presentes no café ajudam a prevenir câncer de cólon e de bexiga e ajudam a proteger contra o Parkinson e Alzheimer. Ainda: seus princípios ativos diminuem o colesterol LDL, que é a fração ruim, e que entope as artérias. Isso só não vale para o café turco, que aumenta o colesterol."

Leia mais no blog Vitaminado, clicando aqui.


\o/
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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Diretamente de Salvador

Cheguei ontem, 8 de julho, às 16h45, embaixo de uma fina garoa.
Céu parcialmente encoberto, mas abafado.
Peguei um táxi do aeroporto para o hotel.
Tenho certeza absoluta que o cara "meteu a faca" e cobrou muito mais.
Mas tudo bem. Olhei bem no fundo dos olhos dele e pensei, a consciência é sua e o carma também.
Não, não é influência da novela global para falar de carma.
É que minha formação religiosa foi budista mesmo.
Assim como há vários católicos não praticantes, eu sou uma budista não praticante.
Pronto! Já comecei a me entregar.
Mas paro por aqui.
Estou no Business Center do hotel e paguei conexão até às 10h56.
Esse nome parece imponente, mas trata-se de apenas dois computares que ficam embaixo da escada do lobby do hotel... hehehehehehehehehe
É engraçado lembrar a cara de frustração que transpareci para a recepcionista quando ela me apontou onde ficava. Eu disse: "Nossa! É tudo aquilo????"
O quarto também parecia bem maior pelo site. Parecia até um miniflat.
Se eu tivesse um notebook... e se eu tivesse um e tivesse trazido pra Salvador... teria conexão grátis no quarto. Isso sim é uma excelente comodidade. O problema é carregar peso.
Aliás, eu detesto fazer malas e desfazer malas, mas detesto mais ainda carregar peso.
Estava perto das 11 horas e eu nem havia escolhido a mala.
Arrumei tudo em menos de 15 minutos.
Aproveitei e trouxe minhas frutas todas que estavam na geladeira e um pacote de salada de alface, crespa, alface americana, agrião, radiccio, tomate cortado.
Trouxe também dois potes de sweet cherry tomato.
Tudo sem o seu preço. Principalmente nas escolhas que fazemos. Carreguei um baita peso.
Eu não poderia deixar nada disso na geladeira pra estragar, né?

=P

À tarde, vou me encontrar com meus amigos baianos.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Presente do dia 12

Na segunda-feira, dia 8, recebi por antecipação o presente do Dia dos Namorados. Um presente muito inusitado uma vez que recebi da minha sobrinha. Ela havia acabado de terminar o namoro. E logo tratou de se livrar de qualquer objeto que a fizesse lembrar de um relacionamento que há tempos não vinha bem.

Essa atitude e o desabafo dela sobre estar em crise balzaquiana, que mais tarde me confidenciaria que outros dois amigos e o ex-namorado também estavam em crise (além de um amigo meu também estar vivendo esse momento), me fez lembrar de um episódio que aconteceu comigo.

Aos 28 anos entrei na crise dos 30.

Nessa época, eu trabalhava em Sampa mas morava no interior. Diariamente percorria uma distância equivalente a 80 km só de vinda. Na volta eram esses 80 km e mais um pouco. No início vinha de trem da CPTU. Depois de ônibus intermunicipal. Mais tarde de ônibus fretado. Fiz amizade com muitas pessoas do fretado. Cada um tinha a sua poltrona cativa. Do meu lado, sentava um jovem rapaz muito bonito. Trabalhava numa financeira na Paulista. Terno e gravata era o seu uniforme. Ficamos amigos rapidinho. Conversávamos de tudo. Ríamos de tudo. Até que um dia, o tom da conversa era outro. A seriedade no rosto do rapaz, o nervosismo e o suor das mãos que em vão ele tentava limpar, me fez perceber que ele queria dizer algo mas não sabia por onde começar. Então, aos poucos começou a falar. Estava apaixonado por mim. Ele perguntou se eu havia percebido. Disse que não (eu sou assim, não percebo nada mesmo quando o tipo de assunto é esse). Aí veio a pergunta fatídica. Ele me perguntou a idade. Eu já havia notado que ele era mais novo do que eu. Mas ele não reparou que eu era mais velha do que ele. Respondi, 28 anos. Não ia perguntar a idade dele. Mas nesse exato instante ele pôs as mãos na cabeça e começou a se lamentar:

"Não, vc não pode ter 28. Vc é mais nova. Fala a verdade pra mim."
"Mas eu estou falando a verdade. Eu tenho 28 anos!"
"Não, não pode ser. Vc é bem mais velha do que eu!"
"Eu sou sim! Vc não percebeu?"
"Mas pra mim vc tem no máximo 21!"
"28!"
"Eu não acredito! Eu não quero acreditar!"
"Mas pq toda essa aflição?"
"É porque eu ia te pedir em namoro."
"Ah, era isso?"
"Como vc diz 'era isso'?"
"Pq eu nunca me imaginei namorando com vc. E agora a certeza ficou mais forte ainda."
Depois desse dia, ele não mais pegou o mesmo ônibus fretado.

Ainda bem porque o fato de eu ter 28 anos e ele 21 ser um gravíssimo problema, só me fez afundar mais ainda na minha crise dos 30.

Hoje, dou risada.

=P

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Crise precoce e tradição cultural

"No sábado passado, eu e a Mi fomos numa balada por volta da meia-noite e voltamos pra casa à uma da manhã."
"O quê? Vocês nem curtiram a noite, então!"
"Ah, encontrei meu primo lá. Aliás, só tinha garotada da idade dele."
"Com quantos anos ele está agora?"
"Em março, ele fez 21."
"21? Como assim você diz garotada da idade dele? Com quantos anos você está?"
"Quase trinta!"
"Claro que não! Eu sei que é menos!"
"Estou com 27, mas é quase trinta, né?!?!?!"
"Não me diga que você já entrou na crise dos trinta anos?"
"Mas é lógico! Por causa disso é que comecei a fazer terapia! Estou ficando velha!"
"E eu achando que sofri a crise balzaquiana por antecipação aos 28 anos de idade."
"Pois é, ganhei de você!" (risos)
"Quando você tiver a minha idade, vai perceber que tudo isso não passa de bobagem."
"Mas enquanto não te alcanço, continuo com a minha terapia. Estou com quase trinta, terminei um namoro e estou sem perspectivas de constituir uma família..."
"OK, OK, então peça uma bebida reforçada pra você ao menos chegar em casa e dormir."

terça-feira, 2 de junho de 2009

Há coisas q só acontecem na Vila (II)

Hoje fui jantar com minha sobrinha na Batataria Santa Clara.

Eu pedi batata recheada com chili. Ela, com recheio de filet mignon e queijo cheddar. Pedimos salada caprese para acompanhar. À parte vieram os molhos de iogurte, mostarda e tomate. Saboreamos as batatas fumegantes, neste frio de 11 ºC.

Minha sobrinha fez questão de pagar a conta. Como ela estava demorando pra voltar à mesa, fui até o caixa pra saber o que acontecia. A máquina do Mastercard e do RedeShop estava sem conexão. O gerente disse que podíamos pagar com cheque ou dinheiro. Tínhamos apenas cartão de crédito e cartão bancário. Simpaticamente, ele nos disse que poderíamos voltar depois para acertarmos a conta.

"Nããããããão, de jeito nenhum, pagaremos hoje mesmo! Nos dê o número da conta corrente e o e-mail que faremos o depósito via internet e enviaremos o comprovante."

Ele insistiu que a culpa era da casa e que poderíamos acertar depois, mas queríamos pagar hoje mesmo. Então, ele nos passou os dados para efetuarmos o pagamento. E saímos endividadas de lá, que, para nós, da família dos K., é uma questão de honra!

Contudo, no caminho, paramos no N'O Café para tomarmos um café especial quentinho. Foi ótimo como sempre. Em dias frios, em vez da sobremesa, optamos por bebidas quentes especiais.

Ela tomou o Bresser (café expresso, leite vaporizado, chocolate, brandy, bailey's e creme de avelãs). Eu bebi o Vila Madalena (café expresso, chocolate, leite vaporizado e pedaços de chocolate amargo).

Saímos de lá bem quentinhas e satisfeitas.

Ao chegar em casa, a constatação: perdemos o papel com o número da conta corrente da Batataria Santa Clara.

Oh, my God!

Não ficaremos em paz enquanto não quitarmos a nossa dívida.

Eita.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"Cada um tem aquilo que merece"

Estou numa fase de bombardeios de clichês por todos os lados: no trabalho, na roda de amigos, nos e-mails recebidos, nos telefonemas, no comércio e na casa lotérica que fica aqui pertinho da empresa.

Na quarta-feira à noite, estava mexendo na minha papelada e encontrei um volante da mega-sena. Antes de jogar fora, sempre confiro o resultado. Mas eu estava certa de que aqueles jogos da teimosinha já haviam vencido.

Entrei no site da Caixa e conferi... Acertei quatro números. Quatro números?! Não pode ser. O jogo é velho e não vale mais. Conferi o número. Valia sim. O prêmio da quadra era bem legalzinho, acima da média.

Na hora do almoço passei na lotérica e pedi pra moça conferir a quadra. Ela mal deu a resposta e logo foi me empurrando bolão disso, bolão daquilo...

Educadamente agradeci mas disse não ter interesse.

A simpatia desapareceu e ela retrucou: "Cada um tem aquilo que merece".

Sorrindo, concordei: "Você tem toda razão. E esta é quarta vez que acerto na quadra da mega-sena!".

E é verdade! Quando estava em outra empresa que antes ficava na Liberdade, num período de cinco meses acertei a quadra três vezes.

E a moça da lotérica teve o que mereceu.

"Quem fala o que quer..."

Então, é isso.

=P

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Taxista sem GPS

Hoje de manhã tivemos lançamento de um livro numa faculdade da ZL. Quarta-feira é dia do meu rodízio. Placas 5 e 6 não rodam. Chamei um táxi.
"O senhor pode vir até a rua tal, número tal? O senhor conhece bem o Belenzinho? Conhece? Ah, que bom. Espero em frente ao meu prédio."
Esperei, esperei, esperei... Cadê o meu táxi?
"Senhor porteiro do meu prédio, tem aí o telefone do ponto de táxi do Fórum?"
"Tenho sim. É este aqui."
"Muito obrigada, senhor porteiro."
Quando começo a ligar, passa um táxi do outro lado e me avisa que o colega dele se confundiu na numeração e que ele vem já já...
"Ele entendeu 492 e não 942!"
"Espera, colega do taxista, esperaaaaaaa... Vem vc mesmo, pois estou com pressa!"
"Não se preocupe, ele já vem."
Demorou cinco minutos até aparecer.
"Ah, moça, me desculpe, mas é que eu me confundi! Fui no 492! E era 942!"
"Td bem senhor taxista (trapalhão), me leva pra rua M.S.T. Arruda no Belenzinho."
"Td bem, moça, vc vai me ensinando o caminho."
"Ensinar? Como assim???? O senhor me disse que conhecia bem o Belenzinho!!!!"
"Conheço sim. Sei chegar até lá, mas não conheço nenhuma rua!"
"O senhor não tem GPS?"
"Tenho não. Mas eu tenho um guia aqui no meu porta-luvas... ó! A gente pode consultar..."
E fez um gesto de que iria passar o guia pra mim. Mas eu é que teria que procurar o endereço naquele guia velho, cheio de orelhas, sujo, encardido e colocado num saco plástico???? Credo em cruz!
"Não preciso do guia. Vi mais ou menos o mapa. Acho que a gente chega lá."
"Tudo bem."
Caímos na marginal. Ufa!
"Nós vamos algumas quadras depois do estádio da Portuguesa. Devemos passar o viaduto. Depois vamos passar a rua Silva Teles."
"OK. Olha a Portuguesa... Agora o viaduto... Entro aqui?"
"Não, meu senhor, vamos passar a rua Silva Teles."
"Entro aqui?"
"Não, passe a rua Silva Teles. Aqui é rua Antonio S."
E agora, entro aqui?"
"Não! Aqui é rua Manoel Feio."
"Aqui?"
"Não! Passa a Silva Teles."
"Aqui?"
"Paaaaaasssaaaaa a SILVA TELES!!!! ... NÃO, AQUI TAMBÉM NÃO (P****)! ... NEM AQUI! ... NEM AQUI!"

...

"É AQUI!!!!! EEEEEEEENTRAAAAAAA!!!"
Chegamos à facul, graças a todos os deuses!

Eu só não cortei a cabeça do taxista porque ontem à noite me entupi de trufas de chocolate da Lindt, Kit Kat e uma tigela de sorvete Fruttare de coco.

Sorte dele.

Estou na TPM.

=P

sábado, 9 de maio de 2009

Há coisas q só acontecem na Vila

Como todo sábado, fiz minha caminhada pela Vila.
Caminhada normal como sempre, a passeio. Sem neuras de queimar calorias, contar as passadas e verificar o batimento cardíaco.
Até que parei numa portinha de um ateliê de uma famosa artista.
Era o Bazar do Dia das Mães.
Entrei e comecei a ver e a me encantar com aquelas belíssimas peças de cerâmica feitas em alta temperatura.
Não resisti e comprei três peças.
Na hora de pagar:

"Moça, aceita cartão de crédito?"
"Ah, infelizmente só dinheiro ou cheque..."
"Mas nem Rede Shop?"
"Infelizmente, não..."
"E agora? Já tá tudo tão lindamente embrulhado..."
"Não há problema. Volta na segunda-feira pra pagar."
"Mas, mas..." (pensei não ser correto isso)
"Não se preocupe, leve a sua compra e volte na segunda-feira."
"Tem conexão com internet? Posso fazer transferência bancária."
"Temos sim, mas como já disse não há problema de vc pagar na segunda."
(Eu é que estava constrangida em levar tão belas peças e sair sem pagar)
"De quanto é o valor total da compra mesmo?"
xis reais."
"Tá, já vou transferir... Ih, não vai dar..." (Droga!)
"O que houve? Problema na conexão, moça?"
"Não. Eu é que me esqueci de trazer aquela coisinha chamada Token."
"Então, moça. Pague na segunda-feira."
"Olha só, como vc fez o meu cadastro, deve ter notado que moro na rua ao lado. Prometo que chegando em casa eu farei a transferência bancária e mando o comprovante de depósito por e-mail. Tudo bem?. "
"Sim, sim, não há problema."
"Cheguei esbaforida no apto, liguei o computador, fiz a transferência, mandei o comprovante por e-mail e liguei pra moça pra agradecer tão diferenciado atendimento."

Ufa! Agora estou tranqüila e feliz com as minhas cerâmicas.


=)

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Mão de manteiga II

Ontem, sexta-feira, acordei toda atrapalhada de novo...
Claro! Quem manda trabalhar até de madrugada e dormir apenas por duas horas?
Fui pra cozinha e abri o armário para pegar a lata de capuccino que estava atrás de dois vidrinhos de alcaparras. Então, aconteceu isso mesmo. Esses dois vidrinhos se espatifaram no chão. Voou caco de vidro pela cozinha toda (que é pequena).
Varri os cacos e limpei a sujeira.
Fui preparar o capuccino e derrubei a colher com o pó. Pacientemente limpei a sujeira e peguei outra colher e preparei o capuccino.
Terminei o desjejum. Estava na hora de ir para o trabalho.
Peguei a bolsa, o envelope com as provas de um livro e fui pegar a sacola. Quando me abaixei pra pegar a sacola, derrubei o envelope. Quando fui pegar o envelope, a alça da sacola arrebentou e caiu. Tive de trocar por uma sacola de pano.
Tudo em ordem, enfim, fui abrir a porta. Quando ia colocar a chave na porta, ela escorregou da minha mão e caiu. Me abaixei pra pegar, o envelope caiu de novo. Peguei o envelope e o apertei bem contra o meu corpo. Fui colocar a chave na porta... ela caiu de novo.
Eitaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Tenho de dormir mais.

=P

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Acho que estou trabalhando demais...

Depois de terminar o jantar numa noite dessas, retirei os pratos e os talheres da mesa e levei tudo pra cozinha porque precisava da mesa pra continuar o meu trabalho.

E trabalhei madrugada a dentro.

Dormi quando o dia começava a clarear.

Duas horas depois, estava na hora de acordar pra ir pro trabalho.

Ainda meio sonada, fui esquentar a água pro café.

Abro a geladeira pra pegar a manteiga e o que vejo?

A louça do jantar!

Em vez de levar pra pia, "guardei" na geladeira.

hahahaha

Preciso de férias! E rápido!

Ou melhor, preciso me aposentar logo!

Ou melhor, preciso parar de trabalhar e ficar de papo pro ar!


=P

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Dirigindo na boa

Hoje acordei como todos os dias. Tomei meu banho, me arrumei e saí para a editora.

O trânsito tava supertranqüilo. Todos os semáforos abertos. Poucos carros na rua.

Entrei no estacionamento e deixei o meu querido e amado Kadett velhão com o manobrista.

Peguei meus livros, as provas diagramadas, o guarda-chuva, a bolsa e fui andando até a Artur Azevedo.

De repente, me lembrei...

ÔMÔDEUSDOCÉU é dia do MEU RODÍZIO!!!

Já era.

Menos quantos pontos na carteira?

Alguém sabe?


=(

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Dirigindo o carrinho das compras...

Hoje saí da editora e passei no sacolão.

Enquanto escolhia as laranjas, logo atrás de mim havia um rapaz pedindo ajuda a um funcionário pra escolher um abacaxi maduro, pois seria consumido no jantar desta noite. Os dois ficaram examinando um por um cada abacaxi, sem descobrir qual estava maduro.

Bem, lá fui eu me intrometer...

"Er... então... pra saber se um abacaxi está maduro, basta puxar uma folhinha da coroa. Se soltar, é porque está bom para comer."

"Ah, é assim?" E lá estavam eles tentando puxar as folhinhas. No fim, o rapaz trocou a sobremesa do jantar por mangas haden.

Eu continuei as minhas compras. Comprei um vasinho de manjericão e outro de alecrim.

Aquele mesmo rapaz do abacaxi veio com o mesmo funcionário e me perguntou quanto tempo duravam essas ervas no vaso. Respondi prontamente que em casa duravam entre 10 e 15 dias. O rapaz fez aquela cara de "só isso?" e o funcionário veio me ensinar a cuidar das plantas para que durassem até um ano ou mais...

Olhei para os dois e agradeci todas as dicas, mas em casa o manjericão e o alecrim duram pouco porque eu os como! Sem dó nem piedade! E abri um sorriso.

Eles entenderam e saíram de ladinho... hehehe... Será que fui tão clara assim?

Mas a saga desta noite não terminou por aí... Enquanto escolhia os pepinos, parou do meu lado uma senhora pra perguntar se eu saberia apontar qual berinjela estava boa porque seria usada pra fazer a papinha do netinho.

"Ah, é simples, ó... Basta observar se o 'chapeuzinho' da berinjela está bem verdinho. Se estiver escurecido, já não está tão boa."

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Mão de manteiga

Ontem, acordei de madrugada e não consegui dormir.

Resolvi acordar de vez e trabalhar.

Fui fazer café e houve um efeito cascata:

Derrubei a colher que pegava pó do café no coador, que virou o filtro, depois a cafeteirinha e tudo se esparramou pela pia e pelo chão.

No susto, me afastei e acabei esbarrando no cabo da frigideira que estava esquentando meu pão de fôrma, a panela caiu, o pão voou e a escumadeira também.

Resolvi voltar pra cama.

Dormi de raiva.

=P

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Cadê meus recados?

Logo que me mudei para cá, todos os dias havia várias mensagens na secretária eletrônica, mas a maioria não era pra mim.

"Rodrigo, vc não me ligou ontem. Vamos combinar algo pra hoje, gatinho?" [voz melosa feminina]

"Alô? É da casa do Rodrigo? Alô? Alô? Hein? Sinal? Que sinal?"

"Boa tarde, aqui é do escritório de cobrança. Por gentileza, peça para o sr. Rodrigo entrar em contato conosco o mais rápido possível. Obrigada."

"Ai, Rodrigo, seu sumido! Não vai me ligar, não?" [outra voz melosa feminina]

"Rodrigo? Aqui é a tia Dalva. Liga pra mim quando chegar em casa. Beijo e se cuida."

"hihihi... Rodrigo? Vc é o cara da balada de ontem? Lembra de mim? Aline... Quero te conhecer melhor... Me liga, tá?" [mais uma voz melosa feminina]

Todo dia a mesma coisa... Apagava todas as mensagens do Rodrigo. E as minhas eram sempre as últimas.

Certo dia, me cansei da ladainha de sempre e mudei a gravação padrão da secretária eletrônica:

"Para conhecimento de todos, o Rodrigo se casou e fugiu para outra cidade. Por favor, após o sinal, não adianta xingar porque ele não estará aqui para ouvir."
Por uns sete dias me diverti adoidado com os recados e aproveitei pra atualizar o meu ínfimo vocabulário chulo.

hahahahaha...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Deu no G1


Pequena empresa fica em Franca e começou trabalho há um mês.
Rolinhos, que comportam até mil palavras, são dados de presente.


Quando a gente pensa que viu de tudo, se engana...
Nos EUA era Osama Bin Laden...
Aqui poesias, desenhos e piadas.
Só pode ser piada.

=P

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Me internem, rápido!

Ontem assisti ao show do Roberto Carlos na Globo!!!
E ainda por cima chorei quando ouvi determinada música!!!
Socorro!!!
Ou é velhice, ou é loucura!!!
Me internem num manicômio ou num asilo de velhinhos!!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Lançamento iraquiano

beto santos - blog comentando


sábado, 6 de dezembro de 2008

Livraria Cultura

Hoje conheci a Livraria Cultura do Shopping Bourbon.

Gastei.

Comprei três livros da Taschen: uma obra completa do Salvador Dalí, com dois volumes, um livro de Joan Miró e outro de René Magritte.

Além desses, comprei dois livros de Wassily Kandinsky, da Martins Fontes: o Curso da Bauhaus e Do espiritual na arte e na pintura.

Pedi para entregarem em casa. A compra foi pesada demais, tanto no volume quanto no preço. Ao menos o frete é grátis.

Para mim, compra de livros não é gasto, é investimento.

Já já terei de comprar mais uma estante para os livros.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Cada uma que me aparece...

Hoje meu estagiário veio me contar algo inusitado, maluco mesmo!

A editora recebe vários originais diariamente e em diversos formatos: encadernado, folhas soltas, livros, teses, CD, arquivo em Word, arquivo em PDF, resenhas, artigos, etc.

É normal algumas pessoas entregarem apenas uma resenha, um sumário ou a introdução de um talvez futuro livro.

Outro dia recebi um envelope com uma carta e duas histórias. Na carta, a mãe relata que todas as noites ela lia uma história para o filho antes de dormir. Num determinado momento, ela sentiu falta de histórias de meninas que jogam futebol e inventou-as para o filho.

Como ela gostou dessa experiência, resolveu encaminhá-las para nós porque acreditava na qualidade literária e criativa de suas histórias.

Pois bem. Li. Gostei.

Chamei meu estagiário e pedi a ele que entrasse em contato com essa mãe e pedisse a ela que nos mandasse o original encadernado para que pudéssemos avaliar melhor.

Semanas mais tarde, veio o original pelo correio.

Dois encadernados.

Cada um com capas e apenas uma folha.

Como?

A mãe havia escrito simplesmente aquelas duas histórias e mandou encaderná-las separadamente para apresentar como dois originais.

hahahaha

Quando a gente pensa que viu tudo...

Que maluca!

Vou incentivá-la a escrever mais 29 histórias para cada encadernado.

huahuahuahuahua

Assim teremos dois livros.

Mas não é que a danada escreve bem?

=P